Controle de dados: da gestão até à contabilidade

Controle de dados: da gestão até à contabilidade

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Dominar o controle de dados de uma empresa é um passo fundamental para o sucesso. Hoje vivemos na era do Big Data, onde grandes volumes de informações são processados a todo instante, auxiliando as empresas a tomarem decisões mais assertivas. O que muita gente desconhece é que dados são diferentes de informações. A informação só surge quando os dados são interpretados. Ter um grande volume de dados empresariais só significa melhor desempenho se sua empresa for capaz de converter esses dados em informações precisas e dinâmicas Pensando nisso vamos esclarecer as principais dúvidas sobre o controle de dados empresariais e de como a informatização está mudando o mundo dos negócios para melhor. Confira:

Afinal o que é controle de dados?

O controle de dados é um conjunto de ações que buscam otimizar a leitura de diferentes informações que afetam o desenvolvimento de uma empresa. Quando falamos em dados empresariais, podemos abordar diversos setores, mas o conceito de maior destaque é o Big Data.

Segundo o site Oracle Brasil[1], Big Data é:

“[…] uma estratégia de gerenciamento de informações holística que inclui e integra muitos tipos de dados e gerenciamento de dados juntamente com dados tradicionais.”

Isso quer dizer os grandes volumes de dados são triados e analisados de modo a representarem informações concretas sobre diversos setores, como comportamento dos clientes, tendências de mercado, possibilidades de investimentos e até mesmo apontando falhas operacionais em diversos setores de uma empresa.

O Big Data está diretamente relacionado aos chamados “3 Vs”:

Volume: como já diz o nome, tudo no Big Data é GRANDE. Estamos falando de uma enorme quantidade de dados, que podem ser internos ou externos ao ambiente empresarial. Um exemplo de dados internos sãos os inúmeros relatórios como compra, venda, lucros e muitos outros dados do dia a dia de um negócio.

Os dados externos podem ser representados pelo comportamento do cliente, demandas, mudanças de mercado e todas as ações que ocorrem fora da empresa, mas que afetam diretamente o seu andamento e lucratividade.

Velocidade: o Big Data se caracteriza pela enorme velocidade em que esses novos dados são criados. A cada segundo milhões de dados são lançados no mundo digital, o que exige das empresas rapidez na leitura dessas informações. As empresas que não acompanham essa velocidade acabam ficando para trás.

Variedade: assim como há um grande volume de dados, girando numa velocidade cada vez maior, há também uma grande variedade de dados, disponíveis em diferentes setores e canais.

Esses dados são disponibilizados de maneira não estruturada, ou seja, estão fragmentados em diversos modelos e precisam ser triados para que a informação faça sentido. Cada meio digital possui um tipo diferente de dados, exigindo um tipo distinto de leitura. Há dados, por exemplo, em redes sociais, e-mails, aplicativos de mensagens, sites ou até mesmo no seu setor contábil.

Como o controle de dados influencia em minha empresa?

Empresas são muitas coisas, mas acima de tudo são dados. Cada ação de sua empresa, por mais simples que pareça, representa um dado esperando por interpretação.

Durante muito tempo as empresas operaram de modo quase intuitivo, confiando apenas em informações básicas e nem sempre relevantes. Isso sempre gerou atrasos, gastos indevidos e problemas na captação de novos clientes e criação de novos produtos.

Para resolver esse problema foram criados os ERPs, software de automação comercial, integrados a diversos setores de uma empresa. Uma evolução desse processo foi a criação da integração contábil, que proporciona o envio dos dados contábeis das empresas diretamente aos seus contadores.

Vamos entender melhor essas duas ferramentas a seguir:

Controle de dados empresariais na prática

O controle de dados atua em diferentes setores de uma empresa, mas principalmente em 3 áreas: dados internos, externos e setores contábeis. Vamos conferir:

Dados internos – Softwares de automação comercial (ERP)

Os ERPs, sistemas de automação comercial que otimizam o processo de gestão, funcionam como uma central inteligente que analisa e gera relatórios sobre todos os setores de uma empresa.

Aqui estamos falando de dados internos, ou seja, de tudo o que acontece dentro de uma empresa. Fluxo de caixa, contas a pagar e receber, entrada e saída de estoque, cadastro de clientes e muitos outros setores são otimizados pela gestão automatizada realizada por um ERP.

Desta forma o ERP garante que a empresa reduza seus riscos de operações no mercado, realizando o controle de dados com relatórios otimizados e dinâmicos.

Uma empresa pode controlar melhor seus gastos, calcular melhor suas margens de lucro, seu fluxo de vendas ou ainda controlar a folha de ponto de seus funcionários. Tudo isso dentro do ambiente digital do ERP.

O ERP proporciona ainda uma melhor gestão dos clientes e fornecedores. Através de relatórios detalhados é possível cadastrar e acompanhar a movimentação em cada um desses setores, apontando eventuais falhas e promovendo correções.

O ERP acaba com o controle manual, gerando uma maior eficiência dos processos de controle de dados. Os modelos de ERP mais modernos contam com a tecnologia em nuvem, onde os dados empresariais são armazenados com segurança no servidor do sistema. A principal vantagem deste modelo é que os dados podem ser analisados em tempo real, sem a necessidade de instalação de softwares e sem o risco de problemas de segurança.

Dados externos

A análise de dados externos representa a leitura e interpretação de dados fora da empresa.

Este é o campo mais complexo do Big Data, pois lida com o comportamento de diversos consumidores e as tendências do mercado. Para se obter esses dados de maneira relevante podem ser usados programas e aplicativos que avaliam a opinião dos clientes no ambiente virtual. As redes sociais também podem ser usadas como fonte de dados, realizando prospecções de mercado, enquetes e formulários de pesquisa.

Um bom sistema de CRM (Customer relationship management, ou Gerenciador de relacionamentos com o cliente) pode ser encontrado em diversos sistemas ERP, facilitando a integração dos mesmos.

Setores contábeis – Integração contábil

Durante muito tempo as empresas enviavam manualmente seus relatórios e dados para seus contadores. Esse processo está saindo de cena. A integração contábil é uma forma prática de automatizar o envio de dados de um empreendimento para seus contadores. Este é um passo fundamental para evitar erros, otimizar o tempo e garantir que a rotina contábil da empresa esteja sempre em dia.

Neste modelo de operação o ERP da empresa está conectado ao sistema do contador. A empresa deixa de gerar, imprimir e enviar os relatórios mensais (como fechamento de caixa, folhas de ponto, controle de contas) de modo manual e passa a contar com o envio de dados automático.

Isso possibilita ao contador maior eficiência em seu trabalho e poupa a empresa de ter que administrar manualmente um grande volume de informações. A integração contábil acaba ainda com o envio de informações através de diferentes canais, como telefone, e-mail ou fax.

Neste modelo o contador obtém um painel de controle detalhado, onde cada informação da empresa está disposta de maneira intuitiva e simples. Assim é possível alertar o empresário de eventuais vencimentos ou sobre o envio de documentos importantes, evitando atrasos e pendencias.

Qual sistema devo adotar para realizar um bom controle de dados em minha empresa?

Se você deseja aprimorar o controle de dados de sua empresa o GestãoClick é um dos mais eficientes sistemas do mercado. Ele atua como um poderoso ERP e ainda possui integração contábil, desta forma a análise de dados internos e contábeis de sua empresa operam dentro de um único ambiente.

O controle de dados é realizado de modo eficiente e totalmente em nuvem, garantindo o acompanhamento em tempo real e com total segurança. A principal vantagem do modelo da GestãoClick é poder contar com diversos benefícios em um só sistema. Isso representa economia, maior agilidade e integração.

 

[1] Link da citação: https://www.oracle.com/br/big-data/

 

Artigo by GestãoClick

Como criar uma política de segurança de informação na sua empresa

Como criar uma política de segurança de informação na sua empresa

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A proteção da informação das empresas é o tema do momento, devido à chegada do novo regulamento geral de proteção de dados. As empresas são cada vez mais digitais e sem a prevenção da perda dos dados, a segurança destes fica seriamente comprometida. A política de segurança nas empresas é uma ferramenta imprescindível para garantir que os seus dados permanecem seguros. No artigo de hoje, deixamos-lhe dicas importante para criar uma política de segurança de informação na sua empresa.

O que é uma política de segurança?

A política de segurança é um documento desenvolvido pela empresa onde se registam os princípios de segurança que a empresa adota e que devem ser seguidos pelos colaboradores. A política de segurança deve ser aplicada em todos os sistemas de informação, a nível de desktop e de mobile. Para que a política seja respeitada, é essencial que os gestores de topo participem na sai implementação.

Como criar uma boa política de segurança da informação

  • Defina a responsabilidade dos colaboradores: estabeleça coimas para a má utilização dos recursos de TI da empresa. Devem constar ainda regras sobre acesso a sites e recomendações sobre a utilização dos dispositivos eletrónicos fornecidos.
  • Dê formação: deve haver uma formação prática na apresentação da política de segurança da informação. A empresa deve recolher declarações individuais dos colaboradores, comprometendo-se a cumprir as regras que constam no documento. Este manual deve ser de fácil acesso para os colaboradores e deverá ser revista com frequência, para que se mantenha sempre atualizada.
  • Nomeie um responsável: a empresa deve nomear uma pessoa responsável para monitorizar o cumprimento da política de segurança da informação. Este colaborador deve ser o responsável por detetar incumprimentos e violações das regras.
  • Dê a conhecer a política de segurança: o documento deve ser aprovado pelo departamento de recursos humanos da empresa. As regras presentes neste documento devem estar de acordo as leis do trabalho e com o manual interno dos colaboradores. Após a aprovação por parte dos recursos humanos, os gestores de topo também devem fazer a sua aprovação.
  • Adote um plano de disaster recovery: os planos de disaster recovery são essenciais para planear ações que garantem que um desastre não interfere no desempenho da empresa. Além desta ação proativa, os planos de disaster recorvery têm também uma ação reativa, através da ação da execução de ações de emergência, planeadas previamente e que garantem a resolução imediata de problemas. O disaster recovery define-se ainda como o conjunto de procedimentos a executar em situações de crise. O objetivo final é saltar os dados da sua empresa para que a sua informação se mantenha sã e salva.

 

“Vale mais prevenir do que remediar” é uma verdade absoluta no que diz respeito à segurança da informação da sua empresa. Conheça as soluções da IT PEERS a nível da segurança e garanta a proteção dos seus dados!

 

Tudo o que precisa de saber sobre a relação entre BAM e KPI

Tudo o que precisa de saber sobre a relação entre BAM e KPI

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Conheça a relação entre BAM e KPI’s

Já falamos no blog sobre as ferramentas BAM e sobre a sua importância para a continuidade dos negócios. Neste artigo, vamos abordar a relação entre as ferramentas de monitorização do negócio e os KPI’s!

O que é um KPI?

KPI significa key performance indicator, isto é, indicador-chave do desempenho. No mundo empresarial, os KPI’s são medidas quantificáveis que servem para entender se os objetivos da empresa estão a ser atingidos ou se é necessário modificar a estratégia para os alcançar. Por exemplo, o KPI da produtividade é muito importante para medir a capacidade produtiva de um colaborador. Este indicador mostra-nos a relação entre o trabalho produzido por um colaborador e os recursos utilizados para o efeito. Por exemplo: um operário instala 20 m2 de piso numa hora. O seu colega consegue instalar apenas 17 m2 de piso numa, sendo menos produtivo que o primeiro.

Relação entre BAM e KPI’s

As empresas que decidem investir num sistema BAM devem ter mecanismos para medir continuamente o negócio, pois só com uma análise constante é que o investimento faz sentido.

Para que um sistema BAM seja bem implementado e apresente resultados práticos é necessário seguir algumas boas práticas, das quais se destacam as seguintes:

– Levantamento dos processos críticos do negócio

– Definir quais as métricas que é necessário analisar

– Encontrar a melhor forma de compilar as informações presentes nos diversos sistemas

– Apresentar a informação num dashboard intuitivo e adaptado às necessidades de cada usuário

– Garantir o histórico dos dados e fazer projeções com base na análise dados em tempo real x dados históricos

– Análise constante dos resultados

Analisar o desempenho de forma constante garante que se dedique uma maior atenção ao cumprimento dos objetivos. Um processo eficiente deve ser planeado e controlado.

O acompanhamento contínuo do desempenho assume um papel de grande relevância no planeamento e posterior controle, pois fornece informações sobre processos desenvolvidos pela organização. A eficácia de qualquer estratégia de controle depende em grande medida da correta adequação das métricas de desempenho desenvolvidas e dos KPI’s.

Se quiser saber mais sobre a importância das ferramentas de monitorização faça o download gratuito do nosso ebook e entenda como um sistema BAM pode mudar toda a gestão do seu negócio!

Conheça os vetores que estão a transformar o software de segurança segundo o GARTNER

Conheça os vetores que estão a transformar o software de segurança segundo o GARTNER

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O mercado do software de segurança está a passar por uma transformação dramática e segundo o Gartner são 4 as principais razões: o uso de análises avançadas, a adoção de SaaS (software as a service), ecossistemas expandidos e as novas leis de proteção de dados. Devido a esta nova realidade, as empresas estão a redesenhar os seus sistemas de segurança.

“O mercado global de segurança está a passar por um período de interrupção devido à rápida transição para modelos digitais de negócios e tecnologia baseados na nuvem que estão a mudar o modo como as funções de risco e segurança proporcionam valor numa organização”, afirma Deborah Kish, analista principal do Gartner. “Ao mesmo tempo, o cenário de ameaças e o aumento do número de incidentes de segurança de alto impacto também estão a criar uma procura por tecnologias de segurança e inovações que proporcionem maior eficácia”.

Vamos analisar com mais pormenor os 4 vetores que estão a mudar o setor do software de segurança:

Até 2020, o Advanced Security Analytics será incorporado em pelo menos 75% dos produtos de segurança

As empresas procuram cada vez mais produtos que incorporem tecnologias analíticas preditivas e prescritivas, ou seja, que sejam “mais inteligentes” e que ajudam a alertar os utilizadores sobre possíveis incidentes de segurança. Estas capacidades analíticas mais avançadas são conduzidas por uma variedade de tecnologias subjacentes, tais como heurística, inteligência artificial/aprendizagem de máquina e outras técnicas.

A aquisição e integração de produtos e tecnologias será uma estratégia crítica para aumentar a participação de mercado e entrar em novos mercados

Dada a preponderância de startups e pequenos fornecedores que buscam abordagens inovadoras para problemas de segurança, a aquisição, integração e consolidação são estratégias altamente eficazes para aumentar a participação de mercado e entrar em mercados desconhecidos. Em muitos casos, os fornecedores maduros que estão em busca de crescimento contínuo adquirem empresas de crescimento mais rápido de mercados adjacentes emergentes. Em outros casos, os fornecedores otimizam os lucros através da consolidação de produtos similares sob uma única marca, portanto, alavancando as economias de escala através da combinação de funções essenciais, como desenvolvimento, suporte, vendas e marketing.

A procura por flexibilidade pelos utilizadores finais aumentará a adoção de SaaS

Uma pesquisa recente sobre gastos de segurança de utilizador final do Gartner indica que existe uma preferência por produtos em um formato de serviço. O SaaS para segurança e gestão de riscos torna-se crítico à medida que os clientes passam às práticas comerciais digitais. No entanto, os fornecedores devem considerar as implicações financeiras de manter o suporte para produtos de segurança em vez de investirem num produto gerido.

A nova lei de proteção de dados cria uma oportunidade para o setor da segurança

O Regulamento Geral de Protecção de Dados (GDPR) entrará em vigor no dia 25 de maio de 2018 e existirão coimas avultadas para as empresas que não cumpram o regulamento. As empresas estarão mais dispostas a investir em soluções de segurança pois o investimento será necessário para que não tenham que pagar multas elevadas.

O mundo empresarial está mesmo a mudar e as empresas precisam de se adaptar. A análise em tempo real e a necessidade de proteger os dados da organização são uma realidade cada vez mais evidente.