Estarão as empresas prontas para adoptar a tecnologia RPA? (parte 2)

Estarão as empresas prontas para adoptar a tecnologia RPA? (parte 2)

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Por Adriano Ribeiro, CEO & partner bwd e Rui Raposo, CCO & partner bwd

Pode ler aqui a primeira parte do artigo.

E que vantagens/benefícios são geradas pela passagem destas tarefas humanas para os robôs?

Desde logo, as pessoas acolhem esta tecnologia porque odeiam as tarefas que os sistemas passam a fazer, aliviando-as da crescente pressão do trabalho.

Outra vantagem imediatamente reconhecida pelos utilizadores destas soluções RPA é o aumento significativo da produtividade da organização, dado que os colaboradores são libertados de tarefas altamente consumidoras de tempo para passarem a realizar tarefas mais estimulantes.

Adicionalmente podemos acrescentar como vantagens das soluções RPA:

  • a elevada escalabilidade das operações sem necessidade de aumento da força de trabalho;
  • a eliminação de atividades relacionadas com recolha de dados manual e erro humano;
  • o acompanhamento da velocidade do negócio, devido aos ganhos de celeridade que a solução permite obter;

Tudo isto sem qualquer utilização de código, permitindo às equipas das várias áreas de negócio a criação autónoma dos robôs para as tarefas que desejarem automatizar, com a obtenção rápida de aumento da eficiência operacional.

A adoção destas soluções de RPA representa um investimento reduzido?

Sim, e sendo um investimento reduzido, embora variável, o seu retorno é sempre inferior a um ano. Então, se uma ferramenta RPA é barata e adicionalmente não exige grandes competências de TI para implementar, a sua implementação acaba por ser um no-brainer.

A implementação de soluções RPA é, de facto, simples permitindo a obtenção de resultados muito rápidos.

Isto é particularmente importante quando, como sabemos, nas nossas organizações muitas vezes, o negócio quer algo relativamente pequeno, mas o departamento de TI tendo peixes maiores para fritar, coloca estas solicitações e matérias em último lugar.

Uma vez tomada consciência desta realidade, a única grande preocupação quanto à implementação desta soluçoes RPA tem a ver com os efeitos disruptivos. Por este motivo, é frequente encontrarmos equipas de TI em negação sobre RPA e o que ele pode fazer.

A solução está na utilização de um parceiro competente na implementação destas soluções que consegue entender todos os impactos que estas abarcam para a estrutura de TI,  em total sintonia com as equipas de TI e garantindo que a solução de RPA desenhada está convenientemente inserida na estratégia global de TI. 

Estas soluções integram facilmente com os sistemas de informação das organizações?

Esta é outra das vantagens na implementação destas soluçõesa sua simples e fácil integrabilidade com qualquer arquitetura de sistemas legacy ou não legacy.

É muito interessante que a adoção programas de automação, por serem tecnologias neutras, permite que as organizações mantenham um elevado ritmo de modernização com a internalizaçao dos rápidos avanços que são concretizados nesta area, contrariamente a outros investimentos de TI em que as organizações são obrigadas a repensar a sua abordagem cada vez que adotam uma nova tecnologia.

Para além desta sintonia com a estratégia de TI, a implementação de uma solução de RPA, dentro de uma estratégia de automação, por forma a ter sucesso, deve estar totalmente alinhada com a estratégia de negócios e operações.

Mais do que simplesmente automatizar uma atividade, os avanços na inteligência artificial, robótica em software, machine learning e plataformas tecnológicas inovadoras possibilitam que as empresas redefinam os seus processos, evoluindo consistentemente na modernizaçao da organização.

A automação do local de trabalho fornece por isso uma oportunidade significativa para melhorias no desempenho e na eficiência global das organizações.

Os principais objetivos identificados na adoção das tecnologias como RPA são:

  • Redução de riscos – muitas empresas automatizam os processos de para reduzir os riscos de malware e outras ameaças. Os riscos inerentes às atualizações e migrações também impulsionam as organizações para o software como serviço (SaaS) e a computação em nuvem. Finalmente, o risco de inatividade é outro driver para selecionar a nova geração de RPA, ITO, BPO e XaaS.
  • Aumento da eficiência – As empresas que abraçam a implementação de RPA costumam fazê-lo porque a automação as leva a melhorias significativas de produtividade e aumentao da flexibilidade da organização
  • Maior compliance – Registando todas as ações e identificando e removendo lacunas de dados entre várias fontes, o RPA auxilia na execução de revisões e no reconhecimento de problemas de conformidade.
  • Maior qualidade na informação disponível.

 

A metodologia aplicada na implementaçao é também fundamental. Se corretamente implementada, a automação pode fornecer enormes melhorias em todas essas áreas. Mas o saldo de benefícios pode variar com diferentes tecnologias e abordagens. O equilíbrio certo para qualquer organização dependerá de sua estratégia global e dos seus objetivos de negócio.

Os programas de automação devem por tudo isto, começar com uma clara articulação do problema. Cada projeto deve ser capaz de identificar onde e como a automação pode oferecer melhorias e mostrar como essas melhorias se vinculam à estratégia global da empresa.

Para a maximização do retorno sobre o investimento, as empresas devem ter o cuidado de não especificar, exagerar, ou gastar demais nos investimentos em automação. A escolha do nível certo de complexidade para atender às necessidades atuais e futuras previsíveis requer uma compreensão profunda dos processos e sistemas da organização.

Parece claro, pela nossa experiência, que os mais bem sucedidos projetos de implementação de soluções de RPA têm como características:

  1. A descentralização em termos de governance na gestão do projeto. A descentralização nas funções ou unidades de negócios como responsáveis pelas iniciativas de automação, com ou sem apoio de uma equipa central. Inversamente, as experiências em organizações menos bem-sucedidas são aquelas em que uma equipa central é a única responsável pela entrega de automação em toda a organização.
  2. A expansão do Buy-in na automação por toda a organização. O incentivo de um programa verdadeiramente em toda a empresa e a prossecução da adoção de tecnologias de automação cognitiva mais avançadas.
  3. O envolvimento da função de TI. O sucesso dos programas de automação também depende do envolvimento precoce da função de TI. Em primeiro lugar, as equipas de TI dessas organizações são mais propensas a ter automatizado seus próprios processos. O seu envolvimento no esforço de automação é definitivamente um diferencial no sucesso.

Em conclusão, as evidências sugerem que as soluções de Inteligência Artificial como a RPA entregam um valor real aos negócios e podem ser uma força poderosa para a disrupção. Os primeiros a adotar soluções de IA e que combinam forte capacidade digital resultante com estratégias pró-ativas têm maiores margens de lucro e destacam-se em termos de desempenho das outras empresas. Os inúmeros casos de sucessos na implementaçao em empresas de retalho, utilitities, manufatura, serviços de saúde e educação destacam o potencial da AI para melhorar a previsão e sourcing, otimizar e automatizar as operações, desenvolver marketing direcionado, gestão de preços, e melhorar a experiência do cliente.

A importância da implementação das soluções de IA como RPA numa correta estratégia digital para cada organização significa que não há atalhos para as empresas nesta matéria, caso contrário correm sérios riscos de insucesso na implementação.

As empresas não podem mesmo atrasar o início da sua jornada digital, incluindo IA. Os primeiros a adotar, criarão grandes vantagens competitivas.

Um programa bem-sucedido exige que as empresas abordem muitos elementos de uma transformação digital e analítica: identifique o caso de negócio, configure o ecossistema de dados correto, construa ou compre ferramentas de IA apropriadas e adapte processos de fluxo de trabalho, recursos e cultura.

A IA promete benefícios, mas também coloca desafios que atravessam empresas, e trabalhadores e as equipas precisam estar preparadas para explorar o RPA e resistir a competir com ele.

Por isso questionamos: A tecnologia RPA está pronta e disponível para as empresas, grandes ou pequenas, mas estarão as empresas prontas para adoptar a tecnologia RPA?

Estarão as empresas prontas para adoptar a tecnologia RPA? (parte 1)

Estarão as empresas prontas para adoptar a tecnologia RPA? (parte 1)

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Por Adriano Ribeiro, CEO & partner bwd e Rui Raposo, CCO & partner bwd

RPA é um tipo de software que imita a atividade de um ser humano na realização de uma tarefa dentro de um processo e que pode realizar tarefas repetitivas mais rapidamente, com precisão e incansavelmente, libertando os seres humanos para a realização de outras tarefas que requerem capacidades humanas, tais como inteligência emocional, raciocínio, e interação complexa com clientes ou fornecedores.

Na bwd costumamos dizer que o RPA tira o robô do ser humano.

Num processo de Back-Office, o colaborador humano “normal” tem um número elevado de tarefas repetitivas, rotineiras que são tristes e desinteressantes. Em função disso, esta nova onda de automação, via utilização de RPA, está a ser impulsionada pelas mesmas razões que trouxeram em primeiro lugar a robótica e automação para o local de trabalho: libertar os trabalhadores humanos de tarefas sujas, chatas ou perigosas; para melhorar a qualidade, eliminar erros e reduzir a variabilidade dos resultados. E ainda, claro, reduzir os custos.

Surge, no entanto, uma preocupação na mente das pessoas: poderá haver uma ligação entre a passagem destas tarefas para robôs e a redução de emprego para os humanos?

A única relação direta que pode ser estabelecida é a passagem para os robôs de tarefas repetitivas e que desperdiçam o potencial da intervenção humana. Com a utilização de robôs, os “humanos” passam a poder ser utilizados onde é necessário o pensamento humano, com todas as suas vertentes, como por exemplo a criatividade.

Mas afinal que aplicações tem o RPA – porque a sua aplicação está a crescer exponencialmente?

As organizações estão a lidar com cargas de trabalho cada vez maiores. Haverá uma quantidade exponencial de trabalho que coincide com o aumento exponencial de dados -50 por cento a mais a cada ano. Temos também o factor do aumento maciço na regulação de auditoria e na burocracia. Precisamos de automação para aliviar o stress que estas atividades criam nas organizações.

Por exemplo, as indústrias altamente regulamentadas, tais como seguros e banca, estão a descobrir que a automação é uma maneira barata e rápida de aplicar capacidade superior na resposta ao problema de compliance.

O RPA permite também um melhor serviço e maior atenção ao cliente, dado que possibilita mais poder em todo o processo. Numa organização em que as consultas de clientes são regulares, por exemplo, pode libertar pessoal para lidar com as questões mais complexas. Os seus utilizadores podem criar robôs inteligentes que imitam as ações humanas enquanto impulsionam a melhoria contínua utilizando inteligência artificial e tecnologias de machine learning. Estes robôs inteligentes interagem em harmonia com as aplicações, e com qualquer sistema legacy, portal ou base de dados, agregando dados, transformando-os em informações úteis, acionando respostas e comunicando entre sistemas organizacionais, sites da Web e aplicações de desktop. São por isso um excelente complemento ao trabalho humano.

Então que tarefas pode o robô fazer concretamente?

Os robôs podem ser utilizados em múltiplas atividades. Somente a título de exemplo, podemos elencar algumas:

Processamento de devoluções no e-commerce, tarefa que é significativamente consumidora de tempo quando executada de forma manual;

Gestão de Workflows, englobando quer a gestão de fluxos de trabalho, quer outros processos de RH, tais como a atribuição de turnos, gestão de mapas de pagamento e de licenças de colaboradores, os quais podem ser executados de forma mais produtiva pelo RPA;

Gestão do apoio ao cliente, que com o RPA é executada de forma ininterrupta, 24h por dia incluindo a automatização de processos como a recolha de feedback;

Gestão de ERP, executando integrações de sistemas centrais com sistemas de inventário e sistemas de front-office, o que garante uma gestão eficiente das atividades de logística e da cadeia de valor, bem como monitorização permanente do nível dos stocks;

Contabilidade e área financeira, incluindo processamento de pedidos e faturas, gestão de contas a pagar e contas a receber, conciliação de contas, ordens de pagamento, reports, consolidação de informações de contas entre inúmeras outras tarefas, podem ser geridas pelo RPA, como transações entre vários departamentos e divisões que necessitem de registo e de estar atualizadas e consolidadas no ERP;

Marketing e Análise do Comportamento do Consumidor, campanhas podem ser repetidas sem esforço manual, o que possibilita um ajuste nas estratégias com base na análise, ao mesmo tempo que o RPA ajudará a medir a eficácia de novas estratégias;

Planeamento da procura e oferta – uma tarefa complexa, que exige a pesquisa e a recolha de dados, formatação dos mesmos e execução de simulações, descobrir exceções, tarefas que podem ser automatizadas e simplificadas empregando tecnologia RPA;

Logística e Gestão da Cadeia de Valor – a automação de e-mails pelo RPA significa a possibilidade de executar-se de forma automática o envio de um email ou texto quando um pedido é reservado, enviado, atrasado ou entregue, sendo este também muito útil na manutenção dos níveis de stocks e criação de notificações quando os produtos atingem níveis extremamente baixos ou limiares. Depois de avaliar os pedidos anteriores, a RPA pode ajudar a determinar os níveis ideais de pedidos para melhorar a aquisição, reduzir custos e reduzir o desperdício.

As tarefas não estão confinadas ao tratamento de dados?

Recolha e tratamento de dados estão entre as funcionalidades imediatas do RPA, no entanto, as tarefas de análise e processamento inteligente são ilimitadas.

 

(continua…)

Como definir metas de negócio desafiantes e realistas?

Como definir metas de negócio desafiantes e realistas?

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Saber definir metas de negócio é o primeiro passo para um caminho de sucesso. Quando temos uma meta definida, é muito mais fácil desenhar uma estratégia e definir que ações são necessárias para conseguirmos atingir os nossos objetivos. Qualquer negócio precisa de metas estabelecidas, pois será com base nelas que toda a atuação da empresa se define. Infelizmente, muitos gestores não compreendem a importância das metas de negócio e começam a trabalhar sem terem um plano traçado. Este é um dos principais motivos pelos quais as empresas muitas vezes não sobrevivem. Os objetivos de negócio fornecem muita informação sobre a empresa e nessa medida tornam a tomada de decisão mais eficiente e mais fácil. Os gestores queixam-se frequentemente da falta de informação sobre a empresa para poderem decidir de forma consciente e estes indicadores de desempenho ganham um papel de destaque no momento de tomar decisões sobre o futuro da empresa. Os gestores só conseguem tomar decisões assertivas e acertadas se tiverem um total conhecimento sobre a realidade empresarial, pelo que é fundamental acompanhar em tempo real o cumprimento dos objetivos. E nada melhor que KPI’s para fornecer todo esse conhecimento. No artigo de hoje, deixamos-lhe algumas dicas importantes para definir metas de negócio desafiantes e realistas!

Seja específico

Quanto mais específico um objetivo for, mais fácil será encontrar ações para os atingir num curto espaço de tempo. As metas de negócio devem ser simples, pois assim é muito mais fácil geri-las. Um exemplo desta meta é “atualizar o website trimestralmente”, o que é fácil de entender que significa atualizar o website em janeiro, abril, julho e outubro. Uma meta de negócio que diga “aumentar o número de propostas enviadas” é muito vaga e não nos dá qualquer pista sobre o que devemos fazer para atingi-la. Assim, é preferível utilizar uma meta que diga “obter 3 novos clientes por mês”. É uma meta muito mais simples e que nos indica o intervalo temporal. As metas de negócio devem ser simples, para que toda a equipa seja capaz de compreendê-los. Se complicar muito corre o risco de não conseguir extrair qualquer informação útil da sua análise. E se os colaboradores não entenderem o indicador podem ficar desmotivados, o que prejudica todo o desempenho da empresa.

Seja realista e objetivo

Todos queremos ser os maiores empresários do Mundo, mas existem obstáculos que nos impendem disso e temos que ter essa consciência. Quando define metas de negócio demasiado altas, o risco de cair é muito maior. E como as metas são mais difíceis de atingir, sentir-se-á frustrado ao perceber que não consegue concretizá-las. Deve estabelecer objetivos realistas e que estejam adequados à realidade do seu negócio. Se não tem uma grande capacidade de investimento no momento, de nada lhe servirá definir como meta de negócio aumentar a equipa em 10 colaboradores. As metas de negócio devem ser estabelecidas de acordo com a realidade da empresa no momento, pois só assim será capaz de as alcançar.

Estabeleça prazos rígidos

Quando não existe um prazo limite para o cumprimento de uma determinada tarefa ou de um objetivo, o mais provável é que este arraste no tempo e acabe por ficar esquecido. É essencial que defina uma data limite para conseguir atingir uma determinada meta de negócio, pois só assim conseguirá definir uma linha temporal e atribuir ações necessárias ao longo do tempo. O prazo estabelecido deve ser como o objetivo de negócio: específico e realista. Não deve definir um prazo demasiado curto nem demasiado longo, pois ambos os casos poderão causar desmotivação por parte das pessoas responsáveis pelo cumprimento do objetivo.

Faça uma revisão regular das metas de negócio

As metas de negócio devem ser revistas com regularidade e devem ser adaptadas conforme as mudanças que se forem verificando na empresa. As metas de negócio a longo prazo devem ser alvo de acompanhamento, para que possa verificar se todas as ações necessárias para o seu cumprimento estão a ser realizadas. As metas de negócio não são estáticas e não é obrigatório que se mantenham imutáveis. Sempre que for necessário, deve alterá-las e atualizá-las e em casos mais extremos, pode mesmo eliminá-las, se verificar que já não se adequam à forma de trabalhar da empresa. Uma meta que ontem era bastante importante, hoje pode ter perdido parte da sua importância. As empresas são organismos vivos e dinâmicos e como tal as mudanças devem ser acompanhadas em todas as áreas da empresa. Avalie pelo menos a cada três meses se os indicadores que tem “ativos” são os mais adequados tendo em conta o período que a empresa atravessa. Contudo, é preciso ter cuidado para não cometer o erro de alterar ou eliminar metas de negócio apenas porque está a ser difícil alcançá-las.

O que os KPI's podem fazer pela gestão de uma empresa?

O que os KPI’s podem fazer pela gestão de uma empresa?

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Ter KPI’s definidos é essencial para o bom desempenho de uma empresa. Os KPI’s são os indicadores-chave de desempenho que nos indicam em que estado o negócio se encontra e quão longe (ou perto) estamos de cumprir os objetivos estabelecidos. Com base nos indicadores e no desempenho da empresa, os gestores podem tomar decisões mais assertivas e mais informadas. As ferramentas BAM como o Multipeers permitem acompanhar os KPI’s de forma contínua e em tempo real. Analisar o desempenho de forma constante garante que se dedique uma maior atenção ao cumprimento dos objetivos, aumentando efetivamente o grau de atingimento dos mesmos. O acompanhamento contínuo do desempenho assume um papel de grande relevância no planeamento e posterior controlo, pois fornece informações sobre processos desenvolvidos pela organização. A eficácia de qualquer estratégia de controlo depende em grande medida da correta adequação das métricas de desempenho desenvolvidas e dos KPI’s. No artigo de hoje, vamos perceber o que é que os KPI’s podem fazer pela gestão de uma empresa!

Conhecimento claro sobre a estratégia empresarial

É fundamental que cada colaborador da empresa ou organização conheça os seus KPI’s e que estes sejam atualizados com alguma frequência. “Se não soubermos para onde vamos, qualquer caminho serve”: o mesmo se aplica nas empresas. Se não tivermos consciência dos resultados que devemos atingir com o nosso trabalho, poderemos fazer qualquer coisa, e isso possivelmente não estará em linha com os objetivos gerais da organização. Definir os indicadores de cada colaborador e fazer a ligação com o sistema de monitorização é essencial para que se obtenha uma visão global e integrada do estado da empresa e do desempenho de cada um. É importante ainda referir que cada colaborador deve ter acesso apenas aos indicadores importantes para a prossecução do seu trabalho, de modo a ter um dia-a-dia mais focado e organizado.

Permitem avaliar a empresa de forma quantitativa

Os KPI’s permitem que se obtenham resultados mensuráveis. E isso é muito importante numa empresa, pois os números não mentem! Não basta ter um conhecimento subjetivo sobre os resultados da empresa. É preciso que conhecer de forma objetiva os verdadeiros valores da organização. Através da análise dos KPI’s é possível redefinir estratégias e alterar o que não está a dar resultados positivos. É essencial que os KPI’s sejam avaliados de forma frequente, pois só deste modo é que poderão ter um impacto significativo na vida da empresa.

Aumentam a performance do departamento de vendas

Quando são bem definidos e implementados, os KPI’s ajudam a impulsionar as vendas. Quando existem objetivos definidos e recompensas associadas à sua concretização, a tendência é que os colaboradores se esforcem mais ainda para atingir as metas estabelecidas. Cria-se assim uma concorrência saudável entre os diferentes vendedores e no final a empresa sai a ganhar com o aumento das vendas!

Tornam a tomada de decisão mais eficiente

Os KPI’s fornecem muita informação sobre a empresa e nessa medida tornam a tomada de decisão mais eficiente e mais fácil. Os gestores queixam-se frequentemente da falta de informação sobre a empresa para poderem decidir de forma consciente e estes indicadores de desempenho ganham um papel de destaque no momento de tomar decisões sobre o futuro da empresa. Os gestores só conseguem tomar decisões assertivas e acertadas se tiverem um total conhecimento sobre a realidade empresarial. E nada melhor que KPI’s para fornecer todo esse conhecimento.

Melhoram o cumprimento dos objetivos

Analisar o desempenho de uma empresa de forma constante garante que se dedique uma maior atenção ao cumprimento dos objetivos. Um processo eficiente deve ser planeado e controlado. O acompanhamento contínuo do desempenho assume um papel de grande relevância no planeamento e posterior controlo, pois fornece informações sobre processos desenvolvidos pela organização. A eficácia de qualquer estratégia de controlo depende em grande medida da correta adequação das métricas de desempenho desenvolvidas e dos KPI’s.

 

Definir indicadores de negócio de modo consciente é fundamental para se conseguir analisar o negócio objetivamente. É essencial que os indicadores analisados mostrem aos gestores o caminho a seguir, de modo a corrigirem-se erros e a aplicarem-se novas estratégias. Os KPI’s devem ser simples, para que toda a equipa seja capaz de compreendê-los. Se complicar muito um KPI, corre o risco de não conseguir extrair qualquer informação útil da sua análise. Se os colaboradores não entenderem o indicador podem ficar desmotivados, o que prejudica todo o desempenho da empresa. Um KPI deve ser analisado com frequência pois só com um acompanhamento constante é possível entender se estamos executar corretamente a estratégia da empresa e a gerar valor com a nossa atividade. Deve optar sempre por indicadores que podem ser medidos facilmente e de forma frequente, para que possa tomar decisões no dia-a-dia com base em informação fiável e atualizada. Por fim, é importante referir que nem todos os indicadores servem para todas as empresas. Há indicadores que se adequam a um tipo de negócio, mas que não fazem qualquer sentido noutras áreas de atividade. Definir indicadores sem sentido ou utilidade apenas vai criar ruído prejudicial à performance dos colaboradores e isso terá um impacto negativo nos resultados finais da empresa.

 

ERP Cloud: saiba o que é e porque ter uma na sua empresa

ERP Cloud: saiba o que é e porque ter uma na sua empresa

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Já ouviu falar de ERP Cloud? Não? Isso significa que sua empresa não tem aproveitado uma das ferramentas mais eficientes quando o assunto é gestão empresarial. Vamos te explicar porque precisa inserir esse software em seu negócio. Organizar as atividades administrativa de uma empresa parece coisa complicada, principalmente para empreendedores iniciantes. Mas, essa impressão não precisa ser assim. Com a democratização dos recursos tecnológicos, pequenas e médias empresas têm ao seu alcance ferramentas incríveis para empregar gestão ao negócio. Entre essas está o ERP Cloud. Porém, o que é, e como funciona essa tecnologia? Vejamos a seguir.

Saiba mais sobre o ERP Cloud

ERP é sigla em inglês que traduzida entendemos como Planejamento de Recursos Empresariais. É um software que integra todos os departamentos de uma empresa, visando melhor circulação de informações, dando maior agilidade aos processos, favorecendo uma considerável redução de custos.

Então, pensemos numa empresa varejista que enfrenta problemas no controle de estoque e em sua gestão financeira, dois setores essenciais neste tipo de negócio. Como um ERP Cloud funciona nessa situação?

A primeira etapa na implantação desse programa será o cadastro. Juntar todas as informações dos produtos, valores e dados dos clientes na plataforma. A partir daí as outras funcionalidades podem ser iniciadas. Essa loja que usamos como exemplo, agora conseguirá formalizar um inventário de seu estoque, e controlar as despesas e receitas do financeiro.

As principais vantagens do ERP Cloud

A empresa que adota o ERP Cloud terá os seguintes benefícios:

  • Consultar em qualquer lugar – ter um programa que funcione online é sem dúvidas uma grande vantagem. De onde estiver, bastará ter conexão com a internet, e poderá fazer todas as consultas e liberações que precisa. Nenhum processo trava se o gestor precisar fazer uma viagem, por exemplo.
  • Emissão de relatórios – ter informações consolidadas em apenas um clique, é outra ferramenta bem interessante desse tipo de software. Gestores que precisam entender o que vem acontecendo em determinado período, só precisará aplicar os filtros desejados e baixar o relatório.
  • Emissão de Nota Fiscal Eletrônica – com tantas mudanças na legislação fiscal do país, contratar um sistema que esteja atualizado com esta e seja compatível com os sítios da Receita ou Fazenda, é uma eficaz solução. Com o ERP Cloud conseguirá emitir as diferentes versões da nota fiscal eletrônica, e ainda escolher o tipo de Certificado Digital que deseja trabalhar.
  • Emissão de Carnês – vincular suas vendas a um sistema bancário e emitir boletos bancários, é mais que possível com esse tipo de software. Poderá emitir um carnê para parcelas compras.
  • Controle de vendas – acompanhar do orçamento até a conclusão da venda, também é possível usando o ERP Cloud.
  • Controle do estoque – atualizar o inventário, e controlar a entrada e saída de mercadorias não será mais problema.
  • Controle financeiro – contas a pagar e contas a receber são inteiramente atendidos em nesse programa. Não haverá mais necessidade das “planilhas exclusivas” que cada um funcionário cria para acompanhar pagamentos de faturas e outros.
  • Fim do papel – chega da interminável pilha de papéis que tomam as mesas de sua empresa. Além de ter um alto custo, é sinônimo de atrasos e retrabalho. Acabar com a circulação do papel, é um símbolo da otimização dos processos.

Segurança no armazenamento das informações

Todas essas vantagens se unem a segurança do armazenamento das informações em nuvem. Cloud ou nuvem é uma forma de guardar softwares e arquivos no ambiente virtual. Tudo de maneira segura, e moldável, ou seja, na medida sua empresa vai crescendo, o espaço para armazenar as informações no ERP Cloud aumenta.

Claro, que antes de fechar com um fornecedor do software ERP online, é preciso verificar detalhes como esse. Veja, também, a questão do suporte, e se é possível adequar algumas características de seu negócio na interface do sistema. É interessante contratar um sistema que possa incorporar ou excluir campos de preenchimento, por exemplo.

Em relação ao ambiente Cloud, ele é totalmente seguro, utiliza o melhor em sistemas de criptografia, o que protegerá as informações geradas em suas rotinas administrativas.

Ficou claro o porque sua empresa precisa ter um ERP Cloud? Vimos o quanto essa ferramenta irá potencializar seu empreendimento. Chega de tantos obstáculos dentro da administração de seu negócio. Instale o software e prepare sua empresa para novos desafios.

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5 Dicas infalíveis para otimizar os processos da sua empresa

5 Dicas infalíveis para otimizar os processos da sua empresa

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As organizações enfrentam todos os dias o desafio de produzirem mais e de gastarem menos. Nem sempre é fácil conseguir otimizar os processos de uma empresa, uma vez que estes ficam ultrapassados rapidamente, devido à grande dinâmica do mercado, cada vez mais acelerado. As tecnologias ficam obsoletas todos os dias, o que exige um acompanhamento constante dos processos, de modo a mantê-los em sintonia com o mercado. No artigo de hoje, deixamos-lhe 5 dicas infalíveis para otimizar os processos da sua empresa.

Análise profunda a todos os processos

Para que os processos de uma empresa sejam melhorados, é necessário que os analise de forma aprofundada. Só depois de conhecer o estado atual dos processos é que vai ser capaz de perceber quais as áreas que estão bem e quais aquelas que precisam de melhorias. Mesmo que exista documentação sobre os processos, é preciso investigar se as pessoas estão a cumprir todas as normas. O diagnóstico interno é uma etapa importantíssima para a otimização dos processos e esta etapa jamais deve ser subestimada.

Apresentação e implementação de propostas de melhoria

Após o diagnóstico interno estar concluído, chegou a hora de apresentar propostas de melhoria. Aqui é fundamental tornar os fluxos de trabalho mais ágeis, eliminar barreiras que dificultem a boa execução das tarefas, melhorar a comunicação interna e otimizar as tarefas para que os processos se centrem mais nos objetivos do negócio. Nesta fase, todos os colaboradores devem estar envolvidos e não se deve cair no erro de apenas envolver as lideranças.

Adotar as ferramentas adequadas

Nem todas as tecnologias servem para todas as empresas, pelo que é fundamental avaliar o estado do negócio e as características da empresa, de modo a escolher as ferramentas mais adequadas para o seu funcionamento. As empresas devem adotar ferramentas tecnológicas dinâmicas e personalizadas à sua realidade, para que possam agilizar a comunicação entre os diversos departamentos, facilitar a gestão da empresa, reduzir o retrabalho e diminuir as falhas humanas.

Monitorização do negócio

Analisar o negócio em tempo real é a tendência do futuro e cada vez mais empresas optam por utilizar ferramentas de monitorização do negócio como o Multipeers. Com recurso a esta ferramenta, é possível saber o que se passa na empresa em cada momento. Permite ainda a definição de alertas de negócio para que o utilizador seja alertado sempre que algo fuja ao previamente estabelecido.

Mantenha o espaço de trabalho organizado e arrumado

Estar rodeado de confusão vai influenciar o modo como encara o trabalho e a sua forma de trabalhar. Mantenha a sua secretária limpa e as gavetas arrumadas e vai perceber que consegue gerir melhor o seu tempo e as suas funções e aumentar a sua produtividade.

A importância das ferramentas BAM para a tomada de decisões

A importância das ferramentas BAM para a tomada de decisões

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Tomar decisões para o futuro do negócio é uma tarefa complicada para os gestores. Muitas vezes, estes não dispõem de toda a informação necessária para analisar as situações de forma objetiva, o que complica em larga medida uma correta tomada de decisões. No dia-a-dia preenchido em que vivem constantemente, a falta de tempo para avaliar as operações da empresa é um dos principais inimigos da tomada de decisões. A grande quantidade de informação que existe atualmente é também uma preocupação para as empresas, que cada vez mais têm dificuldade em conseguir lidar com esta informação e em conseguir geri-la de modo a que as melhores decisões sejam tomadas. As ferramentas BAM são utilizadas para aumentar a eficácia do negócio e para que se obtenham todos os dados para tomar as decisões mais acertadas. Vamos falar sobre importância das ferramentas BAM para a tomada de decisões!

A informação é em entregue em tempo real

A vida dos negócios acontece agora, a cada momento, e é essencial que saiba o que se está a passar com a sua empresa. As decisões baseadas em relatórios com alguns dias são sempre reativas e corre o risco de ser ultrapassado por uma concorrência que seja mais rápida a agir. Saber tudo o que se passa em tempo real com o seu negócio é essencial para que possa tomar decisões em tempo útil e para ter uma postura proativa no mercado.

Consulta rápida e intuitiva

A informação disponibilizada pelas ferramentas BAM surge de um modo consolidado para que a sua consulta seja mais fácil e rápida. Pode optar por obter a informação através de gráficos de barras, gráficos multi-série, medidores, entre muitas outras opções. A informação pode ser exibida usando a apresentação mais adequada, melhorando a análise que o utilizador pode fazer de cada indicador. Além disso, cada indicador é totalmente personalizável de acordo com necessidades do negócio. Ao utilizar o desktop, no caso do Multipeers, pode ainda usar a ferramenta ticker, que lhe permite que divulgue notícias externas ou internas, mensagens e alertas, permitindo assim que todos os colaboradores estejam sempre a par do que de importante se passa na organização, o que faz com que todos estejam aptos para contribuir para uma tomada de decisão eficaz.

Perceção imediata dos problemas

A informação em tempo real disponibilizada pelas ferramentas BAM informa-nos no momento sobre o estado das coisas, o que nos permite saber em tempo útil o que está a correr mal, para que possamos resolver as situações. Com este novo modelo de gestão, não é necessário recorrermos a relatórios antigos para descobrir o motivo de algo ter corrido mal, pois somos alertados no imediato.

Sem necessidade de cliques

As ferramentas BAM atualizam de forma permanente e automática, pelo que não existe necessidade de intervenção por parte do utilizador. Em vez de ser o utilizador a procurar a informação, é a informação que, de forma autónoma, encontra o utilizador. A monitorização do negócio é um processo simples e intuitivo.

 

 

7 Lições de Steve Jobs para gerir melhor o seu negócio

7 Lições de Steve Jobs para gerir melhor o seu negócio

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O nome de Steve Jobs não deixa ninguém indiferente. Além das incríveis tecnologias que desenvolveu ao longo da sua vida, Steve Jobs também deixou uma história que inspira ainda muito empreendedores e gestores. A sua forma única de enfrentar os desafios e de gerir pessoas é uma inspiração para muitos profissionais. No artigo de hoje, destacamos as 7 principais lições de Steve Jobs para gerir melhor o seu negócio!

Aceite que não pode fazer tudo sozinho

Muitos gestores pensam que conseguem fazer tudo sozinhos e isso é um grande erro, pois pode até comprometer toda a atuação da empresa. Ouvir a opinião das equipas de trabalho é essencial para conhecer outros pontos de vista e outras formas de resolver o mesmo problema. Steve Jobs não criou o iPhone sozinho e dava imenso valor à opinião daqueles que o rodeavam.

Mantenha o foco mesmo no meio do caos

Todos os gestores precisam de foco para orientar o seu trabalho. Quando Steve Jobs chegou à Apple, encontrou um cenário caótico, onde várias versões do Macintosh estavam a ser produzidas em simultâneo. Foi necessário orientar a equipa de trabalho, mantendo o foco em dois produtos: um computador portátil e uma versão Desktop. O resultado final foram dois produtos bem conseguidos e que respondiam às necessidades reais dos clientes.

Faça aquilo de que realmente gosta

Atualmente, não é fácil trabalharmos apenas naquilo que gostamos, mas ter paixão pelo nosso trabalho vai fazer toda a diferença nos resultados finais. Jobs gostava muito da área em que trabalhava e por isso empenhava-se mais do que a maioria das pessoas. Só com verdadeira paixão pelo nosso trabalho é que conseguiremos ser felizes todos os dias!

Simplifique os processos

“A simplicidade é a sofisticação definitiva”: este era o lema de marketing da Apple. Steve Jobs desejou que todas as ações do iPhone se concretizassem em 3 cliques apenas. É fundamental que as empresas ofereçam soluções práticas e simples aos seus clientes, pois o consumidor de hoje é muito exigente e gosta de soluções prontas a usar e fáceis de manusear.

Aprenda com os erros

Até os melhores profissionais erram e Steve Jobs não foi exceção. Muitos gestores ficam frustrados quando erram e não conseguem triar partido das lições que todos os erros têm para nos oferecer. Depois de uma queda, é preciso ter força suficiente para se erguer e isso consegue-se através de uma análise objetiva e realista sobre o que correu mal.

Não se acomode

Muitas empresas acomodam-se quando atingem o patamar de sucesso desejado. É um erro pensar que podem acomodar-se e que já não precisam de se esforçar mais para agradar os clientes. A inovação e a procura de melhorias deve ser uma constante na ação das empresas, pois só assim conseguirão ter negócios dinâmicos e rentáveis.

Procure a perfeição em tudo o que faz

Não basta entregar o que é aceitável: é preciso ir mais além e procurar fazer sempre o melhor possível. A perfeição é um conceito subjetivo, mas se cada colaborador e gestor de uma empresa fizer o seu máximo em todas as tarefas, o resultado final será excecional e será muito difícil que a concorrência consiga fazer melhor!

 

KPI's de vendas que todos os negócios precisam

KPI’s de vendas que todos os negócios precisam

Posted Leave a commentPosted in Definição de métricas de negócio

Ter KPI’s definidos é essencial para o bom desempenho de uma empresa. Os KPI’s são os indicadores-chave de desempenho que nos indicam em que estado o negócio se encontra e quão longe (ou perto) estamos de cumprir os objetivos estabelecidos. Com base nos indicadores e no desempenho da empresa, os gestores podem tomar decisões mais assertivas e mais informadas. A área de vendas é uma das mais importantes em qualquer negócio, pois é através das vendas que as empresas conseguem gerar riqueza para manter o negócio em funcionamento. Cada negócio tem as suas especificidades, mas existem KPI’s transversais a todas as áreas. No artigo de hoje, vamos abordar os KPI’s de vendas que todos os negócios precisam!

Velocidade da venda

Medir a velocidade com que uma venda é efetuada é uma estratégia importante para avaliar o desempenho da empresa na atração do cliente e na resposta às suas expetativas. Quanto menor for o ciclo de venda, maior será a eficácia. Assim, é essencial investir em ações que despertem o interesse do cliente e em estratégias que acelerem a compra.

Valor médio da venda

Este indicador é o resultado da divisão da receita gerada por um vendedor pelo número de vendas realizadas pelo mesmo num determinado período. Este indicador é importante porque permite estabelecer um perfil para os membros de uma equipa e permite adaptar as pessoas de acordo com as suas características.

Taxa de Churn

A taxa de Churn indica a percentagem de abandono do produto ou serviço, ou seja, significa o número de clientes que desistiram de continuar com a sua empresa. Quanto maior for a taxa de churn (“churn rate”), menores serão as chances da empresa crescer, já que os novos clientes servirão apenas para substituir os clientes antigos e não para gerar nova riqueza.

Número de negócios fechados

É importante conhecer a quantidade de negócios fechados num determinado período para a criação de objetivos realistas. Um bom exemplo da aplicabilidade deste indicador é comparar 2 vendedores e verificar o número de negócios fechados e o ticket médio. Há vendedores que preferem trabalhar melhor o lead, gastando mais tempo com ele, e isso pode gerar um retorno maior por parte desse cliente. Este é um dos KPI’s de vendas mais importantes.

Índice de recomendação de clientes

Indicador que nos mostra a percentagem de clientes atuais que chegou até à empresa devido a recomendação de um outro cliente mais antigo. Para medi-lo, basta perguntar ao novo cliente como ele conheceu a empresa no momento da venda. A melhor publicidade de uma empresa será sempre a que é feita “boca a boca”, por isso, se esta taxa for muito baixa é preciso investir nesta área para aumentar a satisfação dos clientes atuais.

Taxa de follow up

Poucas vendas são feitas no primeiro contato com o possível cliente. É preciso manter contacto com ele algumas vezes. Este indicador visa responder à questão: quantos contactos são necessários para concretizar uma venda? Neste indicador também é importante saber quantos clientes fecham negócio nos primeiros três contatos. As respostas a estas questões vão ajudar a definir uma nova estratégia de follow up, caso haja necessidade disso.

Definir indicadores de negócio de modo consciente é fundamental para se conseguir analisar o negócio objetivamente. É essencial que os indicadores analisados mostrem aos gestores o caminho a seguir, de modo a corrigirem-se erros e a aplicarem-se novas estratégias. O Multipeers propõe-lhe um conjunto de 50 KPIs essenciais para uma gestão 360º do seu negócio. Faça download do nosso e-book!

Boas Práticas para Controlar o Estoque de Uma Empresa

Boas Práticas para Controlar o Estoque de Uma Empresa

Posted Leave a commentPosted in Dicas de Gestão

O controle de estoque  de uma empresa é uma atividade vital. Ele representa a fonte de suprimentos para atendimento da demanda do negócio, o que, em última instância, significa que se trata de uma das atividades mais importantes para que a organização cumpra o que foi prometido aos seus clientes.

Sendo assim, é de grande importância definir estratégias claras e manter a atenção da equipe responsável em realizar uma gestão eficiente do estoque, alinhada com os objetivos organizacionais. Isso se torna ainda mais essencial por se tratar de um processo com diversos desafios a serem superados e de grande impacto sobre a rentabilidade.

Vejamos algumas práticas que podem ajudá-lo com sua gestão de estoque e abrir as portas para melhores resultados.

Controle o Giro de Estoque

O giro de estoque está entre os principais indicadores para controle de estoque empresarial. Basicamente, ele mede o número de vezes que o estoque foi renovado em um determinado intervalo de tempo. Sendo assim, você consegue avaliar se tem mantido um volume ideal de itens.

Se o giro de estoque for elevado, isso significa que você possui uma operação eficiente, na qual produtos não ficam “encalhados” nas prateleiras. Dessa forma, o capital do negócio permanece livre para investimentos em outros aspectos que produzam retorno para a organização, ao invés de imobilizado.

Trabalhe com Estoque de Segurança

Um dos grandes objetivos do controle de estoque está em impedir que faltem unidades para atendimento aos clientes. Sendo assim, uma das principais ferramentas para atender a tal requisito é o estoque de segurança.

Trata-se de uma quantidade de itens calculados como excedentes ao estoque zerado. Dessa forma, quando se chega ao ponto de ressuprimento, que é o estoque mínimo aceitável para que se peça novas unidades, a solicitação é feita e, além do volume de itens necessários até o recebimento da nova remessa, deve haver uma quantidade para cobrimento de imprevistos, como atrasos.

Invista em Tecnologia

A tecnologia é um fator central para qualquer negócio da atualidade. Ela se tornou um item indispensável para o desenvolvimento de uma série de atividades, o que inclui a gestão de estoque.

Alguns exemplos de contribuições que ela traz nesse caso são programas específicos para desenvolvimento das etapas envolvidas e diversas possibilidades de automação de processos. Sendo assim, trata-se de um dos principais caminhos para o controle consistente de sua operação de estoques.

Atenção a Itens com Validade

Outra boa prática envolvida na gestão de estoque é o controle de validade. É necessário encontrar maneiras, se possível automatizadas, para garantir que só se trabalhe com itens dentro da condição ideal de uso, o que exclui os elementos vencidos.

Muitas técnicas ajudam nesse processo e uma das mais conhecidas é a FIFO, sigla para First In, First Out, que em tradução livre significa: “Primeiro a entra, primeiro a sair”. Basicamente, ela preconiza que os itens devem ser utilizados em função de sua chegada ao estoque, liberando primeiro aqueles que chegaram primeiro e reduzindo a possibilidade de vencimentos.

Analise o Perfil de uso de cada Item e Monte um Estoque Racional

Nossa sexta dica se refere aos fatores logísticos, como é o caso do deslocamento. Quanto mais um item é demandado, mais ele será retirado da prateleira. Isso indica que é melhor que os itens mais utilizados possuam uma distância de acesso inferior à dos itens pouco utilizados.

Esse é apenas um dos princípios que devem reger a montagem do layout do estoque empresarial. Por mais que pareçam itens simples, muitas organizações desprezam seus ganhos potenciais e perdem elevados montantes financeiros todos os anos, graças às pequenas perdas que se acumulam e se tornam perdas gigantescas com o tempo.

Por isso fica a dica: trabalha por um estoque racional.

Integre os Processo Associados ao Controle de Estoque

A última boa prática de controle de estoque que queremos destacar é a de integração de processos. As atividades de cada departamento de uma empresa estão inter-relacionadas e devem ser conduzidas de maneira integrada para gerar sinergia.

Sendo assim, o ideal é que você avalie, por exemplo, o impacto das vendas sobre seu estoque que, por sua vez, afetará seu controle financeiro.

Um ótimo caminho para ter essa visão abrangente e manter um controle preciso de toda a cadeia é utilizar um ERP. Trata-se de um software especialmente direcionado para oferecer uma interface virtual da sua organização e possibilitar uma gestão ampla de seus processos.

By: GestãoClick